sexta-feira, 5 de setembro de 2008

A volta do Cineclube Mossoró. Com Chumbo Grosso!


Por: Pedro Souza.

A última exibição do Cineclube Mossoró foi o western “Duelo de Titãs”. O cineclube ficou um tempo parado para resolver algumas pendências e agora voltou de vez. Mudamos de vez o local de nossas exibições. O cineclube estará situado no MOSSORÓ WEST SHOPPING daqui para frente. E ainda com outro espaço no centro da cidade que nos foi cedido, e em breve divulgaremos qual é tal espaço. No shopping as exibições ocorrerão no andar onde acontecem alguns lançamentos de exposições e palestras, com o acesso garantido pelas escadas rolantes. Para a nossa primeira sessão decidimos pelo filme CHUMBO GROSSO. A sessão ocorrerá às 19:00h da sexta-feira, dia 12. E o debate logo em seguida.
Através de uma histeria presente nas sequências de Chumbo Grosso, os roteiristas Simon Pegg e Edgar Wright mostram que as artimanhas do riso através da película cinematográfica são uma fonte inesgotável. Se você acha que já viu de tudo sobre comédias envolvendo policiais e uma juventude transviada, prepare-se para refazer todos os seus conceitos acerca do gênero.
Simon Pegg faz o papel de Nicholas Angel, um policial durão e metódico que devido a sua exacerbada competência acaba fazendo com que seus comparsas de trabalho não desempenhem sua função de serviência. Ele mal podia esperar que sua super competência causasse tanta inveja por parte de seus superiores e seria responsável pela sua transferência e ele logo deixaria a conturbada vida em Londres, repleta de crimes e perigos, para chegar a Sandford, uma cidade pacata do interior onde não existe nenhum problema aparente. Situado numa cidade onde nada acontece logo o tédio paira sobre nosso protagonista que terá como parceiro de profissão o gorducho e desleixado Danny Butterman, fã de filmes de ação policial.
Quando tudo parecia permanecer em ordem e na mais completa harmonia, uma onda de crimes se sucede, tornando os dias de Nicholas e Danny agitados, é aí que todos os clichês dos filmes policiais são ressuscitados em um clima irreverente, possuído por doses cavalares de humor e sarcasmo. Perseguições, tiroteios, e muita explosão nessa trama que é chumbo grosso.
Antes do filme exibiremos o premiado curta-metragem VIDA MARIA. Algumas novidades serão reveladas para quem for nos prestigiar. Até lá e bons filmes...

domingo, 31 de agosto de 2008

O Cineclube Mossoró está momentaneamente sem exibir nada. Estamos resolvendo algumas pendências. São basicamente duas. A primeira é que não voltaremos (ou dificilmente voltaremos) a exibir filmes na Biblioteca Ney Pontes Duarte. Nossa parceria com a biblioteca já deu o que tinha para dar. A segunda pendência é resolver onde iremos nos instalar, onde iremos passar a exibir os filmes na retomda.

Atualmente estudamos duas propostas. Ambas boas. Embora seja uma melhor um pouco que a outra. Ao fim da escolha teremos todo o orgulho de anunciar que estaremos de volta.

Para contato deixo aqui meu nome, e-mail e telefone.

Jônatas Andrade, jonatas7andrade@hotmail.com e 9991-7604.

Até mais e bons filmes.

sexta-feira, 20 de junho de 2008



ZAGATI DE LA MANCHA E OS MOINHOS DE VENTO

Por Glaucio Fabrizio

Todos os dias nos deparamos com Quixotes pelas ruas, noticiários, manchetes de jornais ou quando sonhamos em meio a um mundo cão que nem sempre favorece os sonhadores, por vezes considerados mentecaptos. José Zagati é um deles. Homem simples, que já foi pedreiro, borracheiro,catador de papelão e sucata, morador da periferia de Taboão da Serra no estado de São Paulo. Em suas andanças pelos lixões, em busca da sobrevivência, passou a resgatar em meio ao lixo, rolos de filmes em 16mm e motivados pela paixão ao cinema, construiu seu próprio projetor com sucatas fundando na garagem de sua casa o MINI CINE TUPY. As poltronas de sua modesta sala (ou seria garagem?) de cinema, vieram do lixão também.
Zagati protagonizou sua vida no belíssimo e premiado curta-metragem chamado MINI CINE TUPY de Sergio Bloch e do documentário também premiado ZAGATI de Edu Felistoque e Nereu Cerdeira. Em uma das premiações ele não pôde comparecer por não ter dinheiro para condução. Os documentário/curta se destacam pela bela fotografia e o comovente enredo da vida real.O exemplo desse quixote se desenrola numa das maiores provas de amor pelo cinema . E serve de lição para aqueles que se desmotivam facilmente com os problemas do cotidiano. O Cineclube Mossoró, atualmente opera de forma precária. Não temos projetor e tela, há meses reivindicamos através de um oficio eviado ao Secretário de Cultura da cidade, a montagem de um equipamento para o Auditório da Biblioteca Muncipal Ney Pontes, equipamento este de suma importancia para o local. Na verdade o Cineclube reinvidica algo para a biblioteca que com certeza será de bom uso para toda a comunidade, inclusive para o Cineclube Mossoró. Em meio a estes problemas, a saga do grande Zagati nos motiva para continuarmos, em meio à indiferença, moinhos de vento e gigantes, mas sem perder a esperança de vermos as mais belas cenas, aquelas que vez por outra o cinema nos mostra.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Era uma vez o Western?


Por Julius Victorius

Dizem por aí que o western é um gênero morto, exaurido; que os seus filmes já não atendem mais os anseios daquele público ávido por uma boa história recheada com sangue, suor e balas. A verdade é que como nada pode durar para sempre, ele já viveu o seu clímax (Rastros de Ódio; Os Brutos também amam e Por um punhado de dólares, por que não?), e desde a década de 90 encontra-se em seu nadir, porém, nos brindando esporadicamente com uma ou outra grande produção (Os Imperdoáveis e Dança com Lobos).

O Western narra a saga do homem branco em sua luta para conquistar o arredio oeste norte-americano. É um dos gêneros considerados clássicos para o cinema. Começou a ser produzido no início do século XX, mesmo quando sequer existia hollywood e a sonoplastia, e foi sucesso absoluto de público até os anos 50, época que se transfere para a Itália (western spaghetti), onde ainda rende ótimos filmes.

O Cineclube Mossoró, ciente da importância que o “bang-bang” possui no cenário cinematográfico, vem apresentar ao público o filme Duelo de Titãs (Last Train to Gun Hill, Estados Unidos, 1958.), cuja direção coube ao magnífico John Sturges, e tem como estrelas principais os renomados Kirk Douglas e Anthony Quinn. O filme será exibido no dia 12 de Abril, às 19:30, no auditório da Biblioteca Municipal Ney Pontes Duarte.

Douglas é Matt Morgan, um elegante xerife possuidor de duplo motivo para prender os delinqüentes envolvidos em um assassinato: primeiro porque, na condição de xerife, é sua obrigação coibir todo e qualquer crime ocorrido sob a sua jurisdição, detendo seus responsáveis; em segundo lugar, porque nesse caso, a vítima do homicídio foi a sua esposa. As evidências deixadas pelos bandidos na cena do crime levam Matt à fazenda de um grande amigo seu, cujo nome é Craig Belden (Quinn). Belden é o fazendeiro mais rico da região onde vive, e como, em determinadas situações, o poder econômico se sobrepõe aos demais, ele é quem dita as regras por lá.

Para azar de Morgan e sorte do espectador, um dos supostos assassinos de sua mulher é o filho de Craig Belden. Este, fazendo uso do enorme prestígio que possui e se valendo de sua antiga amizade com Matt, roga pela liberdade de seu filho. Matt, porém, ainda consternado com a morte de sua querida esposa e impulsionado pela obrigação que tem de fazer valer a lei, não atende ao pedido de seu amigo e deixa claro que vai prender seu filho a qualquer custo.
Embora o primeiro tiro seja disparado apenas depois de 40 minutos de filme, isso não descaracteriza esse faroeste de suspense como um legítimo bang-bang.
O ótimo roteiro de James Poe serve de reforço àqueles que anunciam a morte do gênero (já não se fazem mais westerns como antigamente) e passa a ocupar o papel principal nessa obra, uma vez que a atuação do protagonista fica aquém do que se espera dele.
Duelo de Titãs é o tipo-padrão dos bons filmes de bang-bang. Além do roteiro fenomenal, como já foi dito, possui outras características que são obrigatórias para o gênero: mulheres bonitas; bares; jogo de cartas; bebidas e, é claro, homens durões. O oeste americano foi, sem dúvida, o lugar onde os fracos nunca tiveram vez.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Resquícios da Guerra Fria - Parte II: ...E tudo se divide.


Como já foi dito em um artigo anterior, os Estados Unidos e a Rússia romperam a antiga aliança que fora decisiva para a vitória aliada na Segunda Grande Guerra. Esse rompimento teve como principal causa o aspecto ideológico, e sua conseqüência mais evidente foi a divisão do mundo em dois grandes blocos: de um lado estava o mundo capitalista em cuja vanguarda aparecia os E. U. A. e do outro, o mundo dito Socialista que tinha a URSS na liderança. Essas duas grandes potências procuraram “ajudar” às antigas colônias asiáticas e africanas a conseguirem sua independência e, consequentemente, cooptá-las para seus respectivos lados, foi assim na Coréia, no Vietnã etc. A Alemanha também foi disputada e dividida pelos dois lados, só que esse foi um caso de natureza distinta, por se tratar de uma “metrópole” derrotada, e não de uma colônia.

Por mais de quarenta anos a Coréia viveu sob o domínio japonês. Como o Japão fazia parte do Eixo, que perdeu a Segunda Guerra, o seu território, bem como suas possessões além-ilha foram tomadas pelos exércitos aliados. Na Coréia, a parte norte, foi penetrada pelos soviéticos; já a parte sul, foi ocupada pelos norte-americanos. As terras coreanas foram divididas na altura do paralelo 38, entretanto, ambos os lados ansiavam estender seus domínios por todo o país. Sendo assim, em 1950 a Coréia do Norte inicia uma ofensiva contra o sul. A ONU e os E. U. A. intervieram a favor do sul, e revidaram o ataque. Depois de vários avanços e recuos de ambos os lados, foi assinado um tratado de paz em 1953, dividindo a Coréia em duas partes.

Com o Vietnã aconteceu algo semelhante ao caso coreano. Houve, a princípio, um conflito entre guerrilheiros nativos e seus colonizadores franceses. Com o “final” do conflito em 1954, os Acordos de Genebra decidiram pela divisão das terras vietnamitas, também entre Norte e Sul, na altura do paralelo 17, sendo que, ao cabo de dois anos, eleições gerais seriam realizadas. O Vietnã do Norte tornou-se uma república socialista, enquanto o do sul estava sob o jugo dos capitalistas. Estes, por sua vez, temiam que todo o sudoeste da Ásia passasse a engrossar as fileiras do comunismo, e medidas urgentes deveriam ser tomadas. Com base nesses pontos, uma guerra de grandes proporções vai de desenrolar, e duramente muito tempo o Vietnã permanecerá divido, até os norte-vietnamitas retomarem a ofensiva e ocuparem Saigon, a capital sulista.

Já na Alemanha, o que ocorreu foi, mais ou menos, a “divisão de um butim”, logo após a queda do Nazismo, em 1945. Durante a Conferência de Postdam, Truman, Stalin e Attlee decidiram fatiar o território alemão em quatro pedaços entre Inglaterra, Estados Unidos, União Soviética e França. Com a anunciação do Plano Marshal, e a grande onda de investimentos para a reconstrução da Europa, a Alemanha pôde revitalizar seu parque industrial e suas escolas, sendo que a sua parte socialista, como pertencia ao bloco soviético, continuou sucateada e sem a chevrolet e a Texaco.
O cinema, assim como a literatura e as demais artes, retratou, fidedignamente, essas transformações que marcaram o século XX. Entretanto, é bom deixar claro que, dependendo da escola cinematográfica, se européia, americana ou soviética, o filme poderá vir carregado ideologicamente. Portanto, é sempre bom saber filtrar as coisas.
A seguir destacamos três bons filmes para facilitar a compreensão desses acontecimentos:
A irmandade da Guerra: Jin-tae é um sapateiro que trabalha arduamente para poder custear os estudos do Jin-seok, seu irmão mais novo. Entretanto, quando a Guerra da Coréia estoura, ambos são obrigados, por motivos diferentes, a ingressarem no exército. Como o próprio título do filme denuncia, ele trata de uma relação fraternal que muda de acordo com os revezes da Guerra, e sempre colocando à prova os sentimentos que um nutre pelo outro.
Platoon: Muitos dizem que este é o melhor filme já feito sobre a guerra do Vietnã. Exageros à parte, sabe-se que esse vencedor de 4 Oscars, 3 Globos de Ouro e um Urso de Prata é, sim, sem sombra de dúvida, um retrato fiel do que realmente aconteceu por aquelas bandas. O protagonista do filme é Chris, um jovem americano que entrou para o exército voluntariamente, pois acreditava que deveria defender o seu país, assim como o seu pai e avó o fizeram em guerras anteriores. Entretanto, ao longo do filme ele vai percebendo que os nobres ideais que o haviam impelido àquela guerra não existiam.
Adeus, Lênin: O ano é 1989, o muro de Berlim está prestes a cair, e a Alemanha Oriental se prepara para abraçar o capitalismo. Nesse tempo, a Sra. Kemer, uma comunista fervorosa, passa mal, e permanece em coma durante um longo período. Quando ela acorda, no ano de 1990, o seu país já não é o mesmo: nas ruas as pessoas bebem coca-cola e comem Big Mac. Seu filho, temendo que a mudança venha a provocar a morte de sua mãe, tenta camuflar a nova realidade e cria um “mundo de faz-de-conta” para sua querida genitora.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Resquícios da Guerra Fria - Parte I: Ditaduras na América.

Ao final dos anos 40 os Estados Unidos e a Rússia se consolidaram como as duas grandes potências mundiais e iniciaram uma competição ideológica e armamentista que perdurou até o início dos anos 90. Como esses países exerciam enorme influência sobre as nações menos desenvolvidas, essa “rusga particular” adquiriu proporções mundiais.

Com a criação da Organização dos Estados Americanos em 1948, os EUA sinalizavam a intenção de estender a sua ideologia e seu modo de vida para os demais países da América. Já no ano de 1961, os norte-americanos fundaram um programa de apoio econômico para nações subdesenvolvidas chamado de Aliança para o Progresso. Através desse programa, eles pretendiam consolidar, de vez, o seu papel como “tutor” dos países pobres e varrer a ameaça comunista para bem longe.

É nesse contexto que se observa o definhamento das instituições democráticas e a instauração de ditaduras em várias partes do mundo – inclusive na América Latina. Esses governos ditatoriais usurpavam o poder em nome da segurança e da soberania nacional, mas, na verdade, estavam ligados a uma das duas potências: caso fosse considerado “de direita”, ou seja, capitalista, seria subvencionada pelo Tio Sam; se fosse “de esquerda”, de índole socialista, estaria sob a égide da União Soviética, como Cuba.

No Brasil, como sabemos, o golpe militar de 1964, deu início a uma ditadura que sobreviveu durante 21 anos. Algo semelhante aconteceu em outras nações sul-americanas: na Argentina, entre 1976 e 1983; no Uruguai, de 1973 a 1984 e no Chile, de 1973 a 1989. Os governos ditatoriais se valiam da prerrogativa da força militar e de contarem com o respaldo das classes médias e altas, geralmente. Para legitimarem as arbitrariedades cometidas (prisões sumárias, desaparecimento, torturas e mortes de opositores, intelectuais, jornalistas e varias outras pessoas que eles julgavam “subversivas”) durante a sua gestão, eles tomavam para si o papel de “defensores da nação” e, se agiam da forma que agiam, era em nome da “segurança nacional”.

Embora os países citados acima já tenham superado essa fase negra da história, várias seqüelas ficaram no semblante dos familiares dos mortos e desaparecidos dessa época.

Através de filmes como Condor, Batismo de Sangue, Zuzu Angel; Cabra-Cega; Achados e Perdidos; O ano em que meus pais saíram de férias etc., o Cinema, hoje, presta homenagem aos mortos e atua como delator das barbáries que foram perpetradas contra a população durante os governos ditatoriais, pois, como as liberdades de imprensa e de expressão haviam sido cerceadas na época, as pessoas não tinham acesso a muitos dos acontecimentos relevantes que estavam se desenrolando. É o cinema, mais uma vez, levando entretenimento, cultura e, sempre que possível, a verdade até o espectador!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

NOTA DE ESCLARECIMENTO DA DIRETORIA DO CINECLUBE MOSSORÓ

Todos aqueles que participam efetivamente da programação do Cineclube Mossoró, que freqüentam as sessões têm o conhecimento de nossos problemas de infra-estrutura junto as sessões. Desde março de 2007, quando exibimos a primeira sessão. Andou sendo veiculado em um jornal de grande circulação na cidade sobre um “total apoio da prefeitura municipal junto ao cineclube”. A seguir um trecho do artigo publicado:

"Inicialmente, chegamos a pedir uma lista do que era necessário para o cineclube. Pedimos que eles nos fornecesse a lista com os equipamentos. A verdade é que estamos apenas alugando esse equipamento que está sendo usado, mas pensamos em equipar o Cineclube com equipamentos próprios, até porque temos interesse em apoiar a iniciativa", comenta o professor Gonzaga Chimbinho.

A diretoria do Cineclube gostaria de esclarecer que tal depoimento é uma inverdade. Desde a primeira exibição em março deste ano, contamos com os equipamentos (projetor e tela) cedidos pelo DECOM ( departamento de comunicação da UERN), e com equipamento do CF8 ( centro feminista), em algumas ocasiões contamos com a tela cedida pelo Professor Ramiro Camacho do laboratório de geoprocessamento da UERN. O material utilizado da biblioteca se resume ao espaço físico ( auditório), aparelho de DVD Player e caixas amplificadas que pertencem a própria biblioteca. Gostaríamos de mostrar por meio dessa nota o nosso repudio, pois não podemos permitir que se faça propaganda política as custas de um movimento que tem em sua ideologia ser um movimento apartidário. Afinal por trás disso tudo, existem pessoas que disponibilizam o pouco tempo que tem em suas vidas para se criar uma opção cultural e educativa em uma cidade que aspirava há pouco tempo o status de capital cultural. Esperamos que os envolvidos se retratem e em nenhum momento queremos criar algum ambiente hostil com nenhuma instituição. Qualquer apoio para o cineclube é bem vindo, até porque ainda estamos com os mesmos problemas de infra-estrutura. Em nenhum momento reividicamos equipamentos para o cineclube, por meio desta nota já deixamos claro que nossa intenção é que se disponibilize a equipagem do auditório da biblioteca municipal com tela e projetor. Apesar de ser um auditório confortável, peca nesse aspecto. Contudo seria um equipamento que não serviria somente para o cineclube, mas para toda a comunidade.

Abaixo o link com a matéria publicada na internet:

http://www.gazetadooeste.com.br/27_maio_07/mossoro4.htm