
Tendo iniciado suas atividades no ano de 2007, o Cineclube Mossoró, entidade apartidária e sem fins lucrativos, completou em março de 2011, quatro anos de existência. São quatro anos de exibições cinematográficas com um engajamento sociocultural que torna o projeto algo substancialmente diferente de um cinema (ou salas de exibições, por exemplo), já que a proposta reside no pós-filme, pós-créditos.
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
FESTIVAL DO RIO 2007 AMEAÇA A COROA DE GRAMADO.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Cineastas do Sul e Sudeste vêm a Natal participar de debate sobre mundo digital
CINEMA E TV
Cineastas do Sul e Sudeste vêm a Natal participar de debate sobre mundo digital
Carlos Gerbase e Giba Assis Brasil são dois dos 16 debatedores que estarão na capital potiguar em novembro
As relações do mundo digital com a cultura, a educação e com os direitos autorais serão o centro das discussões do Ciclo de Debates "Além das Redes de Colaboração: diversidade cultural e as tecnologias do poder", que será realizado em Natal entre os dias 7 e 10 de novembro, no Cefet da capital. Dois dos debates - "O que a convergência digital e a TV pública tem a ver com a diversidade cultural?" e "O que a tecno-arte e a cibercultura tem a ver com a estética da multidão?" terão a participação dos especialistas em cinema Carlos Gerbase e Giba de Assis Brasil, além do apresentador e diretor de TV Marcelo Tas, entre outras autoridades em sociologia, informática e cibercultura.
Promoção da Casa de Cinema de Porto Alegre, em uma parceria com Associação Software Livre (RS) e Projeto Software Livre do Rio Grande do Norte (RN), o evento tem inscrição gratuita e está sendo realizado também no Rio Grande do Sul – a etapa de Porto Alegre começa na próxima semana. Vale ressaltar também que o Ciclo de Debates é um dos selecionados pelo Programa Cultura e Pensamento, do Ministério da Cultura. Mais informações e inscrições (um quilo de alimento não perecível) no site http://alemdasredes.softwareliv
CULTURA E PENSAMENTO
O Programa Cultura e Pensamento envolve um conjunto de ações que incentivam o debate crítico. O seu propósito é ampliar os fóruns de reflexão e diálogo em torno de temas relevantes da agenda contemporânea. Uma iniciativa do MinC, com o patrocínio da Petrobras, através da Lei Federal de Incentivo. É coordenado pela Fundação de Apoio à Pesquisa e à Extensão (FAPEX) e co-realizado pelo Ministério da Educação (MEC), pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), pelo Serviço Social do Comércio de São Paulo (Sesc-SP) e pela TVE-Bahia. Conheça as demais ações e acervo do Cultura e Pensamento no portal www.cultura.gov.br/culturaepens
SOBRE OS ESPECIALISTAS
Carlos Gerbase -Diretor e roteirista. Doutor em Comunicação pela PUC/RS, coordenador do curso de Produção Audiovisual da mesma universidade. Diretor dos longas-metragens Verdes Anos (1984), Tolerância (2000), Sal de Prata (2005) e ainda do longa em super-8 Inverno (1983). Roteirista e diretor dos curtas em 35 mm Interlúdio (1983), Passageiros (1985), Aulas Muito Particulares (1988), O Corpo de Flávia (1990), Deus Ex-Machina (1995) e Sexo & Beethoven - O Reencontro (1997). Fez roteiros para a TV Globo, como os das minisséries memorial de Maria Moura (1994) e Engraçadinha (1995). Também dirigiu especiais para televisão, como O Comprador de Fazendas (2001) para a Globo e Faustina (2002) para a RBS. Atualmente prepara o roteiro de Três Garotas e Um ET.
Giba Assis Brasil -Roteirista e montador. Jornalista. Professor do curso de Realização Audiovisual da Unisinos desde 2003 e do curso de Comunicação da UFRGS de 1994 a 2005. Sócio-diretor da Casa de Cinema de Porto Alegre. Diretor do longa-metragem Verdes Anos (1984), do longa em super-8 Deu Pra Ti Anos 70 (1981) e do curta Interlúdio (1983). roteirista de vários curtas, dos longas Me Beija (1984), O Mentiroso (1988) e Super Colosso (1995), das minisséries de TV Agosto (1993) e Luna Caliente (1998). montador dos longas Tolerância (2000), houve uma vez dois verões (2002), O Homem Que Copiava (2003), Meu Tio Matou Um Cara (2005), Sal De Prata (2005) e de mais de 30 curtas, entre eles Ilha Das Flores (1989), Esta Não É A Sua Vida (1991), Deus Ex-Machina (1995) e Dona Cristina Perdeu A Memória (2002).
Marcelo Tas -É jornalista, autor e diretor de TV. A ênfase de seu trabalho está na criação de novas linguagens nas várias mídias onde atua. Entre suas obras destacam-se os videos do repórter ficcional Ernesto Varela; participação na criação das séries "Rá-Tim-Bum", da TV Cultura e o "Programa Legal", na TV Globo. Recentemente, Tas realizou o "Beco das Palavras", um game interativo que ocupa uma das salas mais concorridas do novo Museu da Lingua Portuguesa, na Estação da Luz, em São Paulo. Atualmente, Tas é o diretor de criação da nova fase do Telecurso 2000, que estréia no segundo semestre de 2007 na Rede Globo. Na internet, é âncora do portal UOL onde mantém um dos blogs mais premiados do país: o "Blog do Tas" (melhor blog do Brasil pelo iBest em 2004 e 2005; melhor blog corporativo em 2006 segundo o The Bobs- prêmio international da Deutche Welle, Alemanha). Tas já foi agraciado com vários prêmios no Brasil e no exterior, entre eles a bolsa da Fullbright Comission, quando foi artista residente na NYU- New York University, nos Estados Unidos.
Ciclo de Debates Além das Redes de Colaboração
Porto Alegre (RS): 15 a 18/10
Natal (RN): 7 a 10/11, das 18h às 22h, Cefet Natal
Inscrições gratuitas
Mais informações: http://alemdasredes.softwareliv
sábado, 22 de setembro de 2007
O Pagador de Promessas

quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Harrison Ford e última empreitada

Depois de Silvester Stallone (Rocky) e Bruce Willis (Duro de matar) retomarem antigos sucessos de suas carreiras, chega a vez de Harrison Ford reincorporar o seu personagem de maior sucesso no cinema: Indiana Jones. Previamente batizado de Indiana Jones IV, o filme que tem lançamento previsto para maio de 2008 – dessa vez, a data foi anunciada pelo produtor George Lucas - ainda não possui um título definitivo. A princípio, especula-se que o filme chamar-se-á Indiana Jones and the city of gods, entretanto, já foi registrado na Associação de Registros de Títulos de Filmes da América, outros cinco prováveis nomes.
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Caminho para Guantánamo
Caminho para Guantánamo é um documentário dramatizado dirigido pelo britânico Michael Winterbottom, em parceria com Mat Whitecross. Baseado numa história real, narra a trajetória de três ingleses detidos no campo de Guantánamo.
Ruhal Ahmed, Asif Iqbal e Shafiq Rasul são três jovens ingleses capturados pela Aliança do Norte no Afeganistão em 2001 e presos como "combatentes ilegais" pelos Estados Unidos no Campo militar de Guantánamo, sem direito a acusação nem julgamento.
Acordar as pessoas do torpor político que tomou parte do mundo quanto à guerra ao terror de George W. Bush foi a meta traçada pelo diretor Michael Winterbottom. Muito se escreveu sobre as condições sub-humanas, o desrespeito aos direitos civis básicos, os interrogatórios inúteis baseados em inteligência falha e a falta de resultados que envolvem a prisão militar dos EUA mantida no Caribe, para onde são encaminhados os suspeitos de atividades terroristas. Mas, como diz o ditado, uma imagem vale por mil palavras. E poucas imagens são tão poderosas quanto as mostradas no docudrama de Winterbottom. O longa de 95 minutos intercala depoimentos de uma turma de amigos britânicos de origem islâmica, presos por engano ao irem ao Paquistão para um casamento no meio da Guerra do Afeganistão (2001), e a reconstrução dramática do que aconteceu com eles.
Se o recurso da palavra guarda a força do factual, a imagem permite que as platéias tenham uma idéia mais próxima do que realmente acontece com os detidos de Guantánamo - o acesso da mídia à prisão era (melhor dizendo, ainda é) controlado e sofre censura militar.
Nos dois anos em Guantánamo, os três passaram por tortura e humilhação, sem que se saiba do que foram acusados. Muito menos cogitou-se dar-lhes direito a defesa. Ao serem repatriados para o Reino Unido em 2004, foram imediatamente liberados por falta de acusação. Que o espectador se lembre, ao assistir ao filme, que nesse momento há centenas de casos semelhantes na mesma prisão. Com uma diferença: agora, os algozes têm o amparo legal do Congresso dos EUA. Uma triste página para a mais antiga democracia contemporânea.
PREMIAÇÕES:
- Urso de Prata de melhor diretor no Festival de Berlim de 2006.
LOCAL:
O filme será exibido na Biblioteca Ney Pontes Duarte (antiga União Caixeiral) com ENTRADA FRANCA.
DATA E HORÁRIO:
Sábado, 15 de setembro, às 19h30min.
11/9
Na manhã de 11 de setembro de 2001, os irmãos Jules e Gedeon Naudet estavam filmando um documentário sobre a vida de um bombeiro principiante em Nova York. O que era pra ser um documentário banal sobre pessoas quase comuns, tomou um novo rumo ao ouvir-se um rugido no céu. Nesse momento, Jules virou sua câmera para cima, no exato instante de filmar a - por muito tempo - única imagem conhecida do primeiro avião colidindo com o World Trade Center. Por azar do destino, Jules e Gedeon tornaram-se testemunhas oculares do mais chocante e decisivo acontecimento de nosso tempo.
Com as câmeras rodando, os Naudet seguiram os bombeiros no coração do assim chamado Marco Zero. Jules entrou com a equipe de bombeiros dentro da torre norte. Pôde filmar do saguão do prédio toda a confusão e desencontro nos resgates. O resultado foi um poderoso registro visual de um dos mais tenebrosos momentos da história.
Mais de 180 horas de filmagem foram condensadas em pouco mais de 120 minutos. Realizado com muito critério, é improvável que alguma produção de Hollywood tenha a tensão da câmera tremida dos irmãos Naudet no World Trade Center prestes a ruir. Acontecimentos como este reforçam a necessidade de se fazer documentários.
LOCAL:
O filme será exibido na Biblioteca Ney Pontes Duarte (antiga União Caixeiral) com ENTRADA FRANCA.
DATA E HORÁRIO:
Terça-feira, 11 de setembro, às 19h30min.
sábado, 25 de agosto de 2007
35º Festival de Cinema de Gramado

Criado em 1973, o Festival de Cinema de Gramado apareceu como um divisor de águas na cinematografia nacional. Desde suas primeiras edições, foi marcado pelo sensacionalismo e pela singular capacidade de transpor o crivo da censura. Desse tempo pra cá, Gramado se consolidou como a maior festa do cinema brasileiro e serviu como trampolim para o sucesso de quase tudo o que se produziu em nosso país.
Em sua 35º edição, que ocorreu entre os dias 12 e 18 de agosto, Gramado presenteou com 33 kikitos diversas produções nacionais e estrangeiras. Esse ano, além das premiações tradicionais, a equipe do festival decidiu inovar com o kikito de Cristal, que foi concedido ao cineasta Eduardo Coutinho, pelo conjunto de sua obra e em reconhecimento de sua contribuição ao nosso cinema. A atriz Zezé Motta, também foi uma das homenageadas do Festival, recebendo o Troféu Oscarito, que há 17 anos é concedido a atores e atrizes brasileiros.
Dentre os longas-metragens nacionais, o documentário “Castelar e Nelson Dantas no país dos Generais” ficou com os prêmios de melhor filme e melhor montagem. Entretanto, o grande campeão foi “Deserto Feliz”, uma produção pernambucana que levou pra casa cinco kikitos, entre eles os de Melhor Diretor (Paulo Caldas); Prêmio da Crítica e Melhor Filme pelo Júri Popular. Os Prêmios de Melhor Ator e Melhor Atriz ficaram com Gustavo Machado (Olho de Boi), e Ingra Liberato (Valsa para Bruno Stein) respectivamente.
Já entre os longas estrangeiros, o Prêmio de Melhor filme foi para a produção Anglo-argentina “Nacido Y Criado”, que também recebeu os kikitos de Melhor Fotografia e Melhor Diretor (Pablo Trapero). Porém o grande vencedor do Festival foi “El Baño del Papa”, ganhando ao todo sete kikitos: o de Melhor Roteiro; Melhor Ator (César Troncoso); Melhor Atriz (Virgina Méndez); Prêmio da Crítica; Prêmio Excelência de Linguagem Técnica e Melhor Filme pelo Júri Popular. Uma outra produção estrangeira a ser premiada foi “O Cobrador – In God We Trust”, filme dirigido por Paul Leduc e estrelado por Lázaro Ramos, recebendo o Prêmio Especial do Júri.
Além dos kikitos dados aos longas-metragens nacionais e estrangeiros, outras premiações foram entregues aos curtas em 35mm e às produções gaúchas.
Durante os sete dias do evento, mais de 100 mil pessoas passaram por Gramado. O Festival merece todo o nosso respeito e atenção, não somente por ser o maior do País, e sim, pela sua autêntica proposta de alçar as produções nacionais a um lugar de destaque, imprimindo o nome do Brasil no calendário do mundo cinematográfico.
A seguir confira a lista completa com todos os vencedores:
LONGAS BRASILEIROS
Melhor Filme: para “ Castelar e Nelson Dantas no Pais dos Generais” de Carlos Prates
Melhor Diretor: para Paulo Caldas pelo filme “Deserto Feliz”
Melhor Ator: para Gustavo Machado pelo filme “Olho de Boi
Melhor Atriz: para Ingra Liberato pelo filme “Valsa para Bruno Stein “
Melhor Roteiro: para Marcos Cesana pelo filme “Olho de Boi”
Melhor Fotografia: para Paulo Jacinto dos Reis pelo filme “Deserto Feliz”
Prêmio Especial do Júri: para “Condor” de Roberto Mader
Prêmio Qualidade Artística: para “Victor Biglione” pelo filme “Condor”
Melhor Diretor de Arte: Moacyr Gramacho – “Deserto Feliz”
Melhor Música: Erasto Vasconcelos e Fábio Trummer – “ Deserto Feliz”
Melhor Montagem: Carlos Prates – “Castelar e Nelson Dantas no País dos Generais”
Prêmio da Crítica: “Deserto Feliz” de Paulo Caldas
Melhor Filme do Júri Popular: “Deserto Feliz” de Paulo Caldas
LONGAS ESTRANGEIROS
Melhor Filme: para NACIDO Y CRIADO de Pablo Trapero
Melhor Diretor: para PABLO TRAPERO de Nacido y Criado
Melhor Ator: para CÉSAR TRONCOSO de El Baño del Papa
Melhor Atriz: para VIRGINIA MÉNDEZ de El Baño del Papa
Melhor Roteiro: para ENRIQUE FERNANDEZ E CESAR CHARLONE de "El Baño de Papa"
Melhor Fotografia: para BILL NEITO de Nacido y Criado
Prêmio Especial do Júri: para PAUL LEDUC do COBRADOR
Prêmio Excelência de Linguagem Técnica: El Baño del Papa de Enrique Fernández e César Charlone
Prêmio da Crítica: El Baño del Papa de Enrique Fernández e César Charlone
Melhor Filme do Júri Popular: El Baño del Papa de Enrique Fernández e César Charlone
CURTAS 35 mm
Melhor filme de curta metragem em 35mm: Alphaville 2007 d.c de Paulinho Caruso
Melhor Diretor: Esmir Filho pelo filme Saliva
Melhor Ator: Francisco Gaspar pelo filme O.D. Overdose Digital
Melhor Atriz: Caroline Abras pelo filme Perto de Qualquer Lugar
Melhor Roteiro: Paulinho Caruso pelo filme Alphaville 2007 d.c
Melhor Fotografia: Carlos Ebert pelo filme Satori Uso
Melhor Diretor de Arte: Eduardo Correa – Balada do Vampiro
Melhor Música: Celso Loch – Balada do Vampiro
Melhor Montagem: Paulinho Caruso, Rê Castanhari , Vitali e Pedro Caetano – Alphaville 2007 d.C
Prêmio da Crítica: Satori Uso, de Rodrigo Grota
MOSTRA GAÚCHA
Melhor Filme: Rolex de Ouro de Beto Rodrigues
Melhor Diretor: Beto Rodrigues – Rolex de Ouro e Rafael Figueiredo – A Peste da Janice
Melhor Roteiro: Márcio Schoenardi – Os Viajantes
Melhor Ator: Marcelo de Paula – Um Aceno na Garoa
Melhor Atriz: Renata de Lélis – Um Aceno na Garoa
Melhor Fotografia: Alberto La Salvia – A Peste da Janice
Melhor Montagem: Fábio Lobanowsky – A Peste da Janice
Melhor Diretor de Arte: Eduardo Antunes – Um Aceno na Garoa
Melhor Música: Geraldo Flach – Um Aceno na Garoa